Aspectos biológicos de Chrysoperla externa (Hagen, 1861) alimentada com Aphis gossypii (Glover, 1877) provenientes de algodão Bt e convencional
DOI:
https://doi.org/10.14808/sci.plena.2026.020201Palavras-chave:
crisopídeo, pulgão-do-algodoeiro, plantas transgênicasResumo
O objetivo deste trabalho foi avaliar os aspectos biológicos e a capacidade predatória de Chrysoperla externa alimentada com Aphis gossypii provenientes de algodão Bt e convencional. O experimento foi conduzido em sala climatizada, a 25±1oC, UR de 70%±10%, em delineamento inteiramente casualizado. Os ovos de C. externa foram individualizados em placas de Petri, as larvas neonatas alimentadas diariamente com pulgões provenientes de nove cultivares de algodoeiro, constituindo os tratamentos. As cultivares empregadas foram Conventional (sem modificações genéticas), FM993, DP604 BG (Bollgard I®-Cry1Ac), NuOpal (Bollgard I®-Cry1Ac), DP90 B (Bollgard I®-Cry1Ac), Acala DTL90B (Bollgard I®-Cry1Ac), DP555 BGRR (Bollgard I®-Cry1Ac), DP1228 B2RF (Bollgard II®-Cry1Ac+Cry2Ab2), PHY440 W (WideStrike®-Cry1Ac+Cry1F) e FM975 WS (WideStrike®-Cry1Ac+Cry1F). Foram avaliadas a duração da fase de desenvolvimento em dias, viabilidade em porcentagem e peso em (mg) de todas as fases imaturas. Para a capacidade predatória, as larvas de primeiro, segundo e terceiro ínstares foram individualizadas em placas de Petri, recebendo a proporção de 1:10; 1:25; 1:50 predador e presa, para cada ínstar respectivamente. Após 24 horas foi quantificado o potencial de consumo do predador. Todas as tecnologias Bt e as constituições genéticas dessas cultivares em que a presa A. gossypii foi criada, influenciaram negativamente o desenvolvimento biológico do C. externa, sendo o maior impacto evidenciado para a toxina Cry1Ac presente na cultivar DP 90B. A proteína Cry1Ac juntamente com a constituição genética das cultivares influenciou negativamente capacidade predatória de C. externa quando alimentado de A. gossypii proveniente da cultivar DP 90.
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