Produção de xilanase por Aspergillus sp. ART 500.1 em resíduos agroindustriais e propriedades bioquímicas

Autores

  • Ana Karoliny Ribeiro Lima Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Universidade Federal do Tocantins (UFT)
  • Ryhára Dias Batista Universidade Federal do Tocantins
  • Luciana Pereira Araújo Universidade Federal do Tocantins
  • Sabrina Ribeiro da Silva Universidade Federal do Tocantins
  • Erika Carolina Vieira-Almeida Universidade de Gurupi (Unirg)
  • Alex Fernando Almeida Universidade Federal do Tocantins

DOI:

https://doi.org/10.14808/sci.plena.2021.081510

Palavras-chave:

xilanase, resíduo agroindustrual, caracterização bioquímica

Resumo

O objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de diferentes resíduos agroindustriais para a produção de xilanase por Aspergillus sp. ART 100.1, bem como analisar as propriedades bioquímicas da enzima. Os resíduos agroindustriais bagaço de malte, coroa de abacaxi, bagaço de açaí e casca de soja presentes em grande quantidade na região do Tocantins foram utilizados para avaliar a produção de xilanase. As condições de cultivo para a produção de xilanase foram avaliadas em cultivos submersos e em estado sólido. A maior produção de xilanase nos cultivos submersos foi obtida utilizando o resíduo casca de soja (23,60 U/mL), enquanto, para as condições de cultivo em estado sólido, a maior produção de xilanase foi obtida com bagaço de malte (110,00 U/g). O efeito de aditivos ao meio de cultivo também foi avaliado, tendo o melhor resultado para o uso do aditivo xilose na coroa de abacaxi em cultivo em estado sólido. A enzima produzida em estado sólido foi caracterizada quanto ao pH e temperatura. O pH ótimo de atividade foi observado em 5,0 e para temperatura em 55 °C. A xilanase se mostrou estável numa faixa de pH entre 4 e 5 e reteve 50% da sua atividade a 45 °C após 110 minutos. A linhagem Aspergillus sp. ART 500.1 apresenta potencial para a produção de xilanase utilizando resíduos agroindustriais viabilizando o desenvolvimento de bioprocessos para o escalonamento da produção.

Biografia do Autor

Ana Karoliny Ribeiro Lima , Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Universidade Federal do Tocantins (UFT), 77.404-970, Gurupi-TO, Brasil

Ryhára Dias Batista , Universidade Federal do Tocantins

Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal do Tocantins (UFT), 77.001-090, Palmas-TO, Brasil

Luciana Pereira Araújo , Universidade Federal do Tocantins

 Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Universidade Federal do Tocantins (UFT), 77.404-970, Gurupi-TO, Brasil

Sabrina Ribeiro da Silva , Universidade Federal do Tocantins

Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Universidade Federal do Tocantins (UFT), 77.404-970, Gurupi-TO, Brasil

Erika Carolina Vieira-Almeida , Universidade de Gurupi (Unirg)

Farmácia, Universidade de Gurupi (Unirg), 77.403-090, Gurupi-TO, Brasil

Alex Fernando Almeida, Universidade Federal do Tocantins

Laboratório de Biotecnologia, Análise de Alimentos e Produtos, Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal do Tocantins (UFT), 77.001-090, Palmas-TO, Brasil

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Publicado

2021-09-09

Edição

Seção

III Congresso Tocantinense de Ciência e Tecnologia de Alimentos