Caracterização estrutural de bosques de mangue: Estuário do São Francisco

Autores

  • T. O. Santos
  • K. V. S. Andrade
  • H. V. S. Santos
  • D. A. F. G. Castaneda
  • M. B. S. Santana
  • F. S. R. Holanda
  • M. J. C. Santos

Palavras-chave:

manguezal, fitossociologia, rio São Francisco

Resumo

A estrutura da vegetação do manguezal foi analisada pelo método de parcelas múltiplas, distribuídas respeitando-se o gradiente de inundação de marés, em um total de 13. No estuário as espécies encontradas foram: Avicennia schaueriana, Avicennia germinans, Laguncularia racemosa, Rhizophora mangle e Conocarpus erectus. Considerando-se os estratos analisados e o critério de inclusão (indivíduos >1 m) a
altura média das florestas variou de 4,34 a 8,36 m, o DAP médio de 4,59 a 8,66 cm, a área basal viva de 3,23 a 19,63 m2.ha-1 e a densidade de troncos vivos de 766,66 a 3175,00 troncos.ha-1. Os resultados mostraram que o registro de tensores contribui para a diferenciação entre os estratos e que o manguezal da Costinha apresenta um baixo grau de desenvolvimento estrutural em relação a outros manguezais do
estado de Sergipe e do Brasil.

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Publicado

2012-07-27

Como Citar

Santos, T. O., Andrade, K. V. S., Santos, H. V. S., Castaneda, D. A. F. G., Santana, M. B. S., Holanda, F. S. R., & Santos, M. J. C. (2012). Caracterização estrutural de bosques de mangue: Estuário do São Francisco. Scientia Plena, 8(4(b). Recuperado de https://www.scientiaplena.org.br/sp/article/view/1010

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